domingo, 5 de novembro de 2017

INTERNAUTA FILMA OBJETO OBJETO LUMINOSO NO CÉU DE PATOS PB - BRASIL

A aparição de um objeto nos céus do município de Patos aguçou a curiosidade de internautas paraibanos. O caso, que aconteceu no dia 20 de setembro, foi filmado e postado na internet através da página ‘Deuses Astronautas’.

Nas imagens, gravadas por volta das 18h no Centro de Patos, é possível perceber um objeto possivelmente cilíndrico e luminoso ‘sobrevoando’ o município. Em contato com o Portal Correio, o criador da página na qual o vídeo foi postado, um estudante de Educação Física, afirmou que o objeto mudou de cor e se movimentou.

“Na hora mudou [de cor] e depois mudou de intensidade de luz. Deve ter durado uns dez minutos [tempo da aparição] porque eu notei a ‘estrela’ muito baixa e com a luz muito forte”, informou o estudante, que não se identificou ao responder pelo chat da fanpage.

Satélite

O astrônomo Marcelo Zurita, diretor técnico da Rede Brasileira de Observação de Meteoros (Bramon), afirmou que o objeto filmado seria um satélite, possivelmente o O3B FM2 ou o O3B FM11, que são satélites de comunicação da empresa O3b Networks e postos na órbita da Terra entre os anos de 2013 e 2014.

“Existem dois satélites compatíveis com o vídeo [o O3B FM2 e o O3B FM11]. Existe uma porção de satélites nessa região do céu [em Patos], onde chamamos de ‘Equador celeste’, que é a projeção da Linha do Equador da Terra na esfera celeste. Essa região é onde ficam em órbita os satélites geoestacionários, cuja órbita é sincronizada com o movimento de rotação da Terra fazendo com que eles pareçam não se mover no céu. Mas os dois satélites que destaco não são geoestacionários. Eles se moviam do Oeste para leste, ou seja, de cima para baixo”, disse Marcelo Zurita.

Sobre a luminosidade do objeto, o astrônomo contou que o período em que o vídeo foi gravado, próximo do equinócio, foi no início da primavera, no dia 22 de setembro, o que facilita o reflexo de luzes.

“Os dois satélites ficam na chamada ‘órbita terrestre média’, praticamente alinhados com a Linha do Equador, a cerca de 8 mil quilômetros da superfície. Nessa posição eles levam cerca de cinco horas para dar uma volta em torno da Terra. Essa distância é muito grande para que esses objetos possam ser vistos a olho nu, mas existe uma circunstância que permite sua visualização. Durante o equinócio, o Sol fica alinhado com o Equador terrestre. Nos dias próximos ao equinócio, esse alinhamento faz com que os satélites geoestacionários e todos aqueles que orbitam próximos ao Equador celeste reflitam a luz solar na direção da Terra. Isso porque seus painéis estão sempre voltados para a Terra para refletir sinais de rádio. Durante a noite, esses reflexos proporcionam um verdadeiro espetáculo de luzes”, contou o astrônomo.


Portal Correio

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

RESUMO UFOLÓGICO DE OUTUBRO NO BRASIL


Agroglifos, Drones, Agroglifos, Montagens, Agroglifos, Teorias da conspiração e Agroglifos! Pera aí... Eu falei de Agroglifos?

No mundo tão globalizado e com tantas tecnologias que só veio para prejudicar, é o que temos. Gente querendo vender revistas, celulares de última geração e seus apps que criam montagens até interessantes, mas que só enganam pessoas com DIARREIA MENTAL.

Pessoas que se dizem Ufólogos e que nunca fizeram vigílias ou pesquisas em campo, propagam na internet bobagens e fazem crescer o número de seguidores de páginas que só buscam visualizações para faturar cada vez mais. Ufólogos de Poltronas que já tem os formatos de suas bundas gravadas nelas de tanto procurar porcarias e cada vez mais levar a ufologia para o buraco.

É só. Rondinelli. 

sábado, 30 de setembro de 2017

O TRÁGICO CASO CRIXÁS

Em 13 agosto de 1967, ocorreu um dos mais impressionantes casos da Ufologia Brasileira, da década de 1960. O capataz Inácio de Sousa, na ocasião com 41 anos, avista um disco voador pousado na fazenda onde morava e trabalhava, dispara contra um dos tripulantes do objeto e em troca é atingido por um facho de luz que o debilita. Quase dois meses depois, Inácio morre de leucemia.

Inácio de Souza era casado com Maria de Souza e pai de cinco filhos. Ele era um homem simples e analfabeto, mas que era muito valorizado pelo dono da fazenda onde trabalhava e morava desde 1961. Ele nunca tinha visto um OVNI ou mesmo ouvido falar em discos voadores.

Em 13 de agosto de 1967, por volta das 16h00, Inácio e sua esposa voltavam para casa, a fazenda em Santa Maria, entre Pilar de Goiás e Crixás e no estado de Goiás. Ao chegar a sua residência, o casal percebeu que havia um objeto estranho na pista de pouso da propriedade. Tal objeto tinha o formato de uma bacia virada de boca para baixo, tendo um tamanho estimado de 35 metros de diâmetro.

Nas proximidades deste aparelho haviam 3 homens, que vestiam um traje inteiriço, da cor da pele. Vejamos o que Inácio de Sousa relata sobre a ocasião: “Eu e Maria voltamos para Crixás e os seres estavam lá. Eu pensei que eles eram pessoas que vieram nos visitar, mas eu estava um pouco de medo do tipo de avião que eles tinham. Eram pessoas da mesma aparência como nós, exceto que pareciam carecas. (Não sei se eles tinham cabelo). Eles estavam brincando, e brincaram como crianças, mas em silêncio. Quando eles nos viram, eles nos apontaram o dedo e começaram a correr na nossa direção.

Gritei para minha esposa para ir correndo para a casa. Como eu tinha comigo uma espingarda, eu atirei em um que estava mais próximo. Neste momento, saiu do avião, como uma lanterna, uma luz verde acertou-me no peito, no lado esquerdo. Eu caí no chão. Minha mulher correu em minha direção, tomando a arma, mas os homens já estavam de volta no avião, que decolou em um voo vertical, em alta velocidade, e fazendo um barulho semelhante ao das abelhas".

O caso de Crixás chegou ao conhecimento dos ufólogos através do dono da fazenda, A S. M. (o dono pediu para permanecer anônimo) que não estava presente no momento em que o caso ocorreu. Ele chegou ao local três dias depois do evento, encontrando Inácio já doente. Mais tarde contatou ufólogos do Grupo Gaúcho de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados (GGIOANI), presidido pelo ufólogo Felipe Machado Carrión. A. S. M., além de proprietário da fazenda era industrial. Ele relata: “Cheguei na fazenda três dias após o evento e eu não sabia de nada. Descendo do meu avião, a esposa de Inácio, me esperava e disse que ele estava doente. Como era um homem forte, que nunca caído enfermo, eu fui para a casa dele e, vendo ele deitado, eu lhe disse enfaticamente: ‘O que você tem, rapaz? ’. Então ele respondeu: "Patrão, eu matei um homem! ’. Eu fiquei surpreso e eu perguntei-lhe: ‘Mas como você pôde fazer isso? ’. Em seguida, Inácio, narrou detalhadamente com o que tinha acontecido, explicando que estava fora, e que havia se assustado com estes homens pensando que eles iriam sequestrar a família".

O Sr. A. S. M. já tinha conhecimento sobre fatos ufológicos, mas resolveu não comentar sobre estes fatos com Inácio, que pensava que os homens que havia visto vinham da cidade de São Paulo. Ele decidiu-se então a analisar o local de pouso do objeto para ver se haviam manchas de sangue do homem ferido por Inácio. Ele não encontrou nenhum vestígio. O proprietário achou isso muito estranho, pois Inácio não errava um tiro a 60 metros de distância. Além disso, ele estava com um “peso na consciência por ter matado um homem”.

Ainda segundo A.S.M., o “no primeiro e segundo dias, ele sofria de náuseas, formigamento e dormência de todo o corpo e suas mãos tremiam. Decidi levá-lo para Goiânia para fazer um exame completo e recomendei-o manter silêncio sobre o fato. Em Goiânia, o médico (sem saber o que era) verificou a existência de uma queimadura circular de 15 cm de diâmetro no lado esquerdo do tronco, quase até o ombro. Para tratar queimaduras, ele decidiu aplicar o remédio Unguento de Picrato de Butesin. Quanto aos outros sintomas, ele diagnosticou como sendo originado em uma erva daninha, que ele supôs que Inácio tenha comido. Eu decidi dizer ao médico o que tinha acontecido. Surpreso, ele perguntou ao Inácio: "Alguém mais viu esses homens? Inácio respondeu: ‘minha esposa’. Então o médico me puxou para um canto e me perguntou se eu nunca tinha falado com o Inácio sobre OVNIs (Objetos Voadores Não identificados). Eu disse a ele que não. Ele decidiu, então, perguntar ao Inácio se ele já tinha visto em qualquer ocasião este tipo de aeronave, ou se alguém já tinha falado sobre isso. Inácio respondeu: ‘Não, senhor, eu nunca vi nem ouvi’. O médico então solicita o pagamento de internação clínica para Inácio e pediu um exame completo de fezes, urina e sangue.

Quatro dias depois de ser colocado sob observação, Inácio foi enviado para casa. Surpreendido por não terem mantido o tratamento, eu fui ver o médico. Este me disse que o caso de Inácio era fatal, e que os exames mostraram que ele estava sofrendo de leucemia, câncer de sangue e queria apenas 60 dias de vida ao máximo. Ele me disse ainda que ele esqueça tudo o que aconteceu, como se não tivesse acontecido nada, pois ele tinha um nome a preservar e que tudo isso só iria causar pânico. Quanto a mim, eu não ouvi nada e não sei. Tenho uma reputação e para mim esse é um caso de leucemia".

Nos dias que se seguiram houve uma constante degradação no estado de saúde de Inácio. Ele apresentou em todo o seu corpo, manchas na pele de cor branco-amarelada, do tamanho de uma unha, ao mesmo tempo em que sentia dores terríveis. Quando faleceu, em 11 de outubro de 1967, ele estava muito magro. Mesmo em meio a tanta agonia, Inácio recomendou que sua esposa queimasse o colchão, a cama e seus pertences depois de sua morte.


O caso de Crixás revela o perigo que se esconde por trás de um contato imediato. Inácio possivelmente já sofria de leucemia antes do seu contato. Com a exposição à energia emitida pelo objeto seu processo foi acelerado, resultando em sua morte, 60 dias depois. Não é apenas um feixe emitido pelo objeto que pode trazer prejuízos à saúde da testemunha. Aproximar-se destes aparelhos quando pousados, ou mesmo andar e permanecer por muito tempo dentro de marcas produzidas por suas aterrissagens é igualmente danoso à saúde. Igualmente perigoso é adotar uma postura agressiva diante do fenômeno. Aparentemente, os tripulantes dos ÓVNIS, seja lá quem forem, adotam posturas de não agressão, mas podem reagir agressivamente em caso de necessidade. Todo cuidado é pouco.

Representação do momento em que os tripulantes do aparelho observam a aproximação do casal.

Após Inácio de Sousa disparar contra o UFO, o objeto dispara um feixe de luz esverdeado no capataz




terça-feira, 29 de agosto de 2017

A UFOLOGIA VIROU UM COMÉRCIO LUCRATIVO!




Não é de hoje que venho batendo nessa mesma tecla que A ufologia virou um baita comércio lucrativo.

Sites e blogs com o tema são criados todos s dias e seguidores não faltam! Pessoas que acredito eu, tem preguiça de raciocinar e pesquisar mais a fundo. Acreditam em tudo que é postado. Coisas do tipo: Cientistas descobrem objeto preso na Antártida, Nave mãe foi filmada no centro de Moscou (A Rússia é a maior produtora de fakes no momento) Sons estranhos vindos do céu e tem o Nibiru que todos os dias se criam datas para chegada dessa desgraça e claro, estamos aqui.

Tem os desenhos nas plantações, os Agroglifos que nos últimos anos povoam páginas ufológicas, mas acreditem, em sua maioria são feitas por mãos humanas e só servem para vender REVISTAS! Precisa dizer qual é? É claro que acredito que existam tais desenhos não humanos, mas não esses daí.

Vemos também ufólogos de renome internacional que ficam bravos quando não são convidados em eventos para falarem de suas teorias. Um verdadeiro cadeirão de egos, de fama e poder e em querer aparecer! Só querem vender suas palestras, livros e DVDS.

Um detalhe interessante que gostaria de alertá-los, é a chegada maciça da tecnologia! Podemos produzir vídeos e fotografias bem realistas com um simples smartphone. É por isso pessoal, que devemos questionar sempre algo que for postado! Exijam fontes, outros relatos para ver se coincidem.
A Ufologia sempre foi dada como piada no meio cientifico e nos últimos anos vem piorando cada vez mais. Vamos combater esses MERCENÁRIOS.

Rondinelli.