segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

O CASO BARNEY E BETTY HILL

O caso desse casal de classe média americana é importante para os estudiosos de ufologia por se tratar da primeira vez em que se estuda profundamente uma inter-relação pessoal entre terrícolas e irmãos do cosmos. Este caso ocorreu nos Estados Unidos, com o casal Barney e Betty Hill, o qual seguia de carro, a passeio, para Portsmouth, no dia 19 de setembro de 1961.

Pretendiam continuar viajando durante a noite, devido a um alerta do serviço meteorológico relativo à possibilidade de um furacão, pois desejavam estar em casa antes que este chegasse. Pararam em um pequeno restaurante em Colebrook, situado na região norte de New Hampshire, para fazer uma refeição rápida. Depois seguiram viagem, pois pretendiam estar em casa por volta de 02h30.

Já ao sul de Lancaster, os dois começaram a observar um objeto que brilhava muito no céu. O aparelho parecia acompanhar o trajeto do carro. Os Hill pararam o automóvel e observaram o UFO através de um binóculo.

Tratava-se de uma nave enorme, de forma discóide, a poucas centenas de metros do solo, apresentando uma cúpula giratória. Betty pôde notar claramente uma fileira dupla do que pareciam ser janelas. Tanto ela como seu marido tiveram a chance de observar através das janelas vários ocupantes do aparelho. Através do binóculo, Barney conseguia ver que alguns dos tripulantes da nave pareciam manejar uma espécie de painel de controle, enquanto o objeto descia lentamente.

Quando a nave pousou, Barney estava fora do carro, enquanto Betty, gritando, insistia para que ele retomasse ao carro. Porém seu marido parecia estar hipnotizado pelos olhos de um dos tripulantes do objeto. Sentiu que estava prestes a ser capturado, correu para o carro, Betty deu partida, mas logo em seguida o casal ouviu um estranho som eletrônico, e os dois foram prontamente envolvidos por um estado de sonolência repentina.

Tudo que aconteceu em seguida ficou bloqueado em suas mentes. Apenas se recordavam de que ouviram outro som estranho e estavam viajando novamente pela estrada. Só tempos depois é que a amnésia começou a incomodá-los, e procuraram ajuda médica. Haviam perdido aproximadamente duas horas transcorridas naquela noite, das quais nada conseguiam se lembrar.

Após sucessivas hipnoses regressivas, realizadas separadamente com Betty e Barney Hili, o doutor Benjamim Simon, um psiquiatra de renome, pôde reconstituir passo a passo os acontecimentos vividos pelo casal. Ambos tinham sido levados para dentro da nave pelos seres, que pareciam usar uniformes.

Barney notou que a criatura que parecia comandar a nave, o único que aparentemente sabia falar inglês, usava um cachecol preto no pescoço, que caía sobre o ombro esquerdo. Segundo o casal, o traço que mais os diferenciava dos humanos da Terra eram os olhos.

Os seres ficaram surpresos quando não conseguiram remover os dentes de Betty, ao contrário do que tinham conseguido com Barney, já que este usava dentadura. Introduziram uma agulha no umbigo de Betty, sendo explicado para ela que se tratava de um teste de gravidez, com uma técnica semelhante que seria utilizada na Terra anos mais tarde, na década de 70. Quando a agulha foi introduzida, a contatada sentiu dor, que foi remediada imediatamente com o toque de uma das mãos do líder na cabeça de Betty.

Além do comandante (líder) e do “médico”, existiam aparentemente dentro da nave mais nove seres. Todos de baixa estatura. Seus corpos pareciam desproporcionais, apresentando um tórax grande, com braços mais compridos. Seus rostos eram planos, apresentando olhos muito grandes. Seu nariz era muito pequeno e a boca não passava de uma fenda. Segundo Betty, o líder e o “examinador” eram diferentes: mais altos, apresentando ainda uma cor de pele diferente. O que mais chamava atenção na tripulação da nave, entretanto, eram os olhos, diferentes de tudo que os Hill tinham visto até aquele momento.

Muito interessante é também a história do mapa estelar observado por Betty Hill dentro da nave. A contatada perguntou ao líder de onde eles eram, afirmando que já sabia que não eram da Terra. Nesse estágio da experiência. Betty observa um mapa retangular, que media em seu eixo maior cerca de 120cm.

Existiam várias linhas ligando as estrelas. Segundo foi explicado para Betty as linhas duplas significavam rotas comerciais, as linhas individuais correlacionavam estrelas que eram visitadas ocasionalmente, e as pontilhadas eram expedições. O líder perguntou se Betty sabia onde estava o nosso sistema no mapa. A contatada respondeu que não. Pouco tempo depois o casal era levado para fora da nave, de onde puderam observar a partida do UFO.

Durante as sessões de hipnose a senhora Hill conseguiu desenhar o referido mapa. De início não foi encontrado qualquer padrão comum entre o mesmo e nossas cartas celestes. Coube a uma astrônoma amadora, a professora Majorie Fish, a identificação das estrelas que apareciam no mapa. Inicialmente, apesar de muitas tentativas, a astrônoma não conseguiu também resultados positivos, mas com o passar dos anos, e a divulgação de novas cartas celestes, que traziam dados mais precisos, relativos às distâncias entre algumas estrelas das nossas vizinhanças cósmicas, foi finalmente encontrado um padrão exatamente igual.

Quando Fish tomou apenas as estrelas próximas de nosso Sistema Solar, que segundo astronomia terrestre teriam condições de possuir planetas adequados à vida surgiu uma carta igual à desenhada por Betty Hill. Com base nesses estudos foi possível identificar o ponto de origem dos extraterrestres. Tudo parece indicar que seriam provenientes da estrela Zeta da constelação do Retículo, a cerca de 36 anos-luz do nosso sistema solar. A validade da interpretação de Fish foi posteriormente confirmada também por astrônomos profissionais. Estava descoberto um dos locais dos discos voadores.

MAPA ESTELAR


UMA ENTREVISTA COM A SENHORA BETTY HILL

Betty Hill foi entrevistada pela revista Argosy, em dia l0 de março de 1978.

Pergunta: Se o Boston Herald não tivesse tornado pública a história de seu seqüestro, em 1965, você – ainda assim – teria cooperado na publicação de um livro referente ao incidente ou tornado-o público de alguma maneira?

BETTY: Não, eu acho que a história teria ficado comigo, Barney e o Dr. Simon. Mas claro, a história do Herald saiu fora de nosso controle e não foi feita com nossa permissão.

Pergunta: Depois de quanto tempo depois de seu seqüestro, vocês voltaram a estrada procurando OVNIs ou outra prova de sua experiência?

BETTY: Desde o principio, começamos a voltar àquela mesma estrada, procurando e tentando encontrar alguma explicação para o que tinha acontecido – o que nós estávamos omitindo.

Pergunta: Você mantêm um caderninho cheio de anotações de avistamentos de OVNIS de todos os tipos, entretanto, você está sempre só quando tais avistamentos acontecem ou você já levou observadores com você?

BETTY: Tenho levado todo o tipo de pessoas. Por exemplo, Jim Voutrot do canal 9 de Manchester (New Hampshire), veio uma noite e teve um excelente avistamento. Tanto que ele filmou o OVNI e mais tarde mostrou o filme na TV (N.T: Voutrot confirmou esta afirmação de Betty).

Pergunta: Você se sente de alguma forma privilegiada de ter visto OVNIS tantas vezes?

BETTY: De forma alguma. Há pessoas por todo o estado (New Hampshire) que tiveram avistamentos, mas eu só ponho mais tempo na coisa e sei o que procurar. Acho que a paciência é a chave de tudo. Vou a vários lugares numa média de três vezes por semana e usualmente gasto cerca de horas numa esticada dessas.

Pergunta: Como se explica que não haja relatos de OVNIS mais oficiais, de pilotos, por exemplo?

BETTY: Se você se decide a contar que viu um OVNI você é levado a sentir-se extenuado só de pensar que você terá de passar por um monte de perguntas, entrevistas e preencher uns montes de papéis, no seu próprio tempo. Ademais se torna um caso impar e quem quer ser levado ao ridículo.

Pergunta: Você pensa que o governo sabe mais do que ele está deixando transparecer?

BETTY: Eu suponho que o governo sabe um bocado. Ninguém pode me convencer do contrário.

Pergunta: Em sua opinião, qual é a principal fonte de informação sobre OVNIS?

BETTY: Sem dúvida, a APRO (Aerial Phenomena Research Organization) em Tucson, Arizona. São totalmente profissionais e realmente sabem das coisas.

Pergunta: Recordando um pouco, há alguma coisa relacionada com o incidente de 1961 que, par uma razão ou outra, possa não ter sido registrada no livro?

BETTY: Depois de uma busca mais ou menos continua, finalmente encontramos o local de nossa captura, em Campton, cerca de 15 a 18 milhas (24 a 29 km) de Indiahead. Preenchia perfeitamente nossas recordações, até por ter um solo de areia fina, que é altamente incomum naquela área. Outra coisa que eu nunca mencionei no livro foi a história dos meus brincos. Cerca de vinte semanas depois do incidente (o seqüestro) voltei para casa com Barney e encontramos algumas folhas secas e um par de brincos meus sobre a mesa da cozinha. A casa estivera trancada e não tivemos idéia de como e porque eles haviam ido parar ali.

Pergunta: O que havia de significativo nisto?

BETTY: Depois de nosso tratamento com o Dr. Simon, eu me lembrava com clareza do líder alienígena dizendo – ou talvez comunicando – para mim: “se quisermos você saberemos onde encontrá-la.” Bem, esses brincos eram o mesmo par que eu usara na noite da captura e ali estavam, devolvidos para mim de alguma forma, com as folhas como lembrança do lugar onde a captura tivera lugar. Ao menos, essa é a minha interpretação, a qual cheguei depois das sessões de hipnose. Antes eu não tinha idéia do seu significado.

Pergunta: Quando Barney estava observando o OVNI, lá no campo, em Indianhead, por que ele sentiu que ia ser capturado?

BETTY: Barney simplesmente recebeu a mensagem (telepáticamente). Eu digo “recebeu a mensagem” querendo dizer que eles se comunicaram com ele de alguma maneira e disseram-lhe para ficar ali e ficar olhando. Quando a nave começou a descer é que ele tirou o binóculo dos olhos e correu de volta para o carro.

Pergunta: Qual a sua opinião sobre a serie de sonhos que você teve depois do encontro?

BETTY: Acho que foi uma maneira natural de começar a lembrar do que o líder havia me instruído para esquecer. Isto é semelhante ao que aconteceu quando o Dr. Simon nos fazia esquecer cada sessão realizada, como dispositivo de segurança, para que não houvesse confabulação entre nós. Dr. Simon sentiu que ao redor da marca de dez dias (após cada consulta), começaríamos a nos lembrar de tudo, automaticamente. Então, ele insistia que o visitássemos cada sete dias e se não tivéssemos tempo para uma sessão completa, deveríamos ao menos ter um reforço na hipnose (N.T.: Betty se refere à sugestão pós-hipnótica de esquecer, a nível consciente, do conjunto de lembranças, obtidas sob hipnose em cada sessão). Uma coisa interessante é que, nos meus sonhos, eu usava objetos mais familiares para descrever o que estava acontecendo. Por exemplo: nos meus sonhos eu pensava que subira uma escada, mas – sob hipnose – lembrei-me de estar subindo uma rampa para entrar na nave.

Pergunta: Qual é sua opinião sobre o mapa estelar que você descreveu sob hipnose e depois desenhou?

BETTY: Acho que tanto quanto se possa imaginar, as duas estrelas grandes, conectadas por linhas grossas e múltiplas, no meu mapa, do Zeta Reticuli I e Zeta Reticuli II. Mas estas estrelas não podem ser vistas das Montanhas Brancas de New Hampshire. Na verdade, temos de estar ao Sul da Cidade do México para vê-las, então obviamente este mapa não foi feito por mim, olhando o céu e desenhando!

Pergunta: Sua experiência com o OVNI e sua tripulação mudou sua vida de alguma forma?

BETTY: A não ser pela publicidade estouvada da revista LOOK e tudo o mais, no começo e até dois anos atrás, quando me aposentei, diria que muito pouco. Continuei com meu trabalho como assistente social do estado e andei muito ocupada com isto. Mas agora, naturalmente, estou mais disponível para a imprensa e para receber relatos de OVNIS e há minha série de palestras. Vocês sabem, eu nunca recebi um tostão pelas conferências, antes. Mas agora que estou aposentada, achei que já era tempo de sobra para ser paga pelo meu trabalho ufológico.

Pergunta: Você tem um agente agora?

BETTY: Sim, sou representada pelo Program Corporation of America. A sede é em Hartsdale, estado de Nova Iorque e eles estão me mandando para lugares como Powell em Wyoming e Centralia, Washington, um monte de lugares. Até gravei um especial para a TV Australiana.

Pergunta: O que você sente sobre o filme “Contatos Imediatos de 30. Grau?

BETTY: É divertido, mas estritamente, Hollywood. Eu ache que o filme jogará muita gente fora dos trilhos se esperarem ver topos de montanha iluminados e tudo aquilo.

Pergunta: No filme, o herói, Roy Neary, entra num OVNI como voluntário. Mas e você? Se você tivesse a oportunidade de ver esses extraterrestres de novo e a chance de entrar na nave, você teria medo? O que você faria?

BETTY: Eu não faria nada disso e acho que ninguém com qualquer quantidade de juízo o fariam também. Absolutamente, não!

Pergunta: Que tal a versão cinematográfica dos extraterrestres?

BETTY: A cabeça estava próxima da minha descrição, mas os corpos pareciam frágeis e quanto aos dedos, bem, quem quer que desenhou as mãos deveria freqüentar um curso de anatomia. São um pouco ridículas

Pergunta: Finalmente o que você achou da “Nave Mãe” no fim do filme?

BETTY: Exagerada, iluminada e grande demais, somente uma invenção da imaginação de alguém. Simplesmente não acontece daquele jeito!


terça-feira, 24 de novembro de 2009

A GRANDE EXPLOSÃO SIBERIANA


Por Rodolfo Heltai



No dia 30 de Junho de 1908, por volta das 07h15minh ocorreu uma violenta explosão em Vanavara, próxima ao distrito de Jenissei, na Sibéria, entre os rios Tunguska e Lena. Esta explosão foi sentida a 900 quilômetros de distância, onde um maquinista freou o trem imaginando que a caldeira do mesmo tivesse explodido. Naquele momento podiam-se ver dois sóis brilhando intensamente. O céu brilhou de uma forma estranha e fantasmagórica. Um calor sufocante parecia que as pessoas estavam sendo consumidas em chamas. (efeito micro-ondas?) As casas da região simplesmente se volatilizaram, os rios secaram, as fazendas, o gado, homens, tudo sendo arrastado. Depois uma paisagem de pós guerra, só destruição.
Após terrível furacão as florestas foram varridas, árvores derrubadas e algumas carcaças de gado jaziam entre os restos de vegetação arrancados do solo. Não havia sinal de vida.


O Expresso Tran-siberiano que passa 750 Km de distância, foi rapidamente atingido pelo deslocamento do ar, teve janelas estilhaçadas, cortinas atiradas longe, o trem inteiro foi atingido descarrilando.
O abalo sísmico foi sentido propagando-se até as fronteiras da Sibéria e da Rússia, sendo registrado pelos sismógrafos dos observatórios ingleses a mais de 8000 km. A onda de choque circulou a terra duas vezes.
O observatório astronômico da Sibéria a poucos quilômetros de Irkutsk próximo da Mongólia registrou forte alteração de campo magnético. A explosão foi seguida por um forte sismo e com a manifestação de fenômenos atmosféricos, a formação de estranhas nuvens intensas e anormais, auroras boreais e curiosos halos solares que duraram semanas.


No dia 4 de Julho daquele ano o Times publicou a notícia de que estranha claridade das noites, podia-se ler perfeitamente, sem auxílio de luz artificial. Isto ocorreu em Paris, Moscou e Berlim.
Em Londres chegou-se a imaginar que parte da cidade estava em chamas, tal era a claridade.
Ben-Menahem (1975) fez uma análise detalhada destes registros sísmicos e derivou uma energia explosiva de 12.5 Mton. Outras análises sugeriram um valor de energia na gama 10-20 Mton. Ben-Menahem também concluiu que os dados na fonte de energia são consistentes com uma explosão a uma altura de cerca de 8.5 km.
A explosão aconteceu a 0h 14' 28'' o UT e devastou aproximadamente 2.150 quilômetros quadrados de taiga siberiana, e derrubando mais de 60 milhões de árvores. O epicentro da explosão foi localizado a 60º 53' 09'' N e 101º 53' 40'' E, se aproxima do rio Tunguska. Durante os últimos 103 anos este evento catastrófico inspirou uma grande quantidade de investigações científicas. Apesar de muitos achados interessantes, há ainda perguntas abertas significativas e inconsistências entre as teorias e os dados disponíveis.
Um meteoro? Estranha-se que em Tunguska não se encontrou vestígios de cratera, como na lua, e no Arizona. Seria então um cometa? No final de 1976 o cientista russo Vladimir Stulov e Georgi Petrov, defenderam esta tese. Outras teorias interessantes foram defendidas como as do buraco negro ou mesmo uma partícula de anti-matéria.
No dia 20 de julho - 1 de agosto de 1991, a primeira expedição italiana, composto por M. Galli, G. Longo, S. Cecchini e R. Serra, entrou em Sibéria. Os investigadores italianos acharam várias partículas microscópicas em árvores que são sobras do Corpo Cósmico de Tunguska (TCB). Depois de uma análise de esquadrinhar com microscópio de elétron (SEM), eles acharam alguns elementos químicos que fortalecem a hipótese da origem de asteróide do TCB.
Entre os dias 14/30 de julho de 1999, uma segunda expedição italiana deslocou-se para Sibéria com intuito de achar dados científicos que permitissem dar uma certeza razoável sobre este evento.
O Programa Terceiro Milênio, de Jaime Maussan, apresentou uma entrevista com uma testemunha que presenciou o fato. Trata-se de Svetlana Polonov, que na época, era uma menina de oito anos. Ela morava próximo a uma ferrovia e viu algo inusitado, talvez esta seja a testemunha mais importante de Tunguska.
Ela recorda o que ocorreu naquela tenebrosa manhã:
-Estava com meu pai, jamais duvidarei que vi algo parecido com uma chaminé arredondada, estava de lado, com uma enorme bola de fogo, (possível defeito?) e recordo que no princípio descia, mas subiu um pouco por um momento, estou completamente segura que havia mudado de direção. Dirigiu-se para traz de um morro e em seguida explodiu. ( Pode-se notar pelas palavras de Svetlana Polonov , que ela descreve uma possível nave tipo charuto (nave mãe) Consta que após a explosão diversos objetos (OVNIS) foram avistados, como que procurando pela nave que explodira. Na minha opinião este depoimento é importante, jogando por terra quaisquer outras teorias como as de cometas, asteróides, etc. Asteróides não mudam de rota no sentido ascendente. O material que eu coletei de diversas fontes, o de Svetlana parece ser o mais sério, não acreditando que esta camponesa pudesse passar por uma refinada mentirosa, visto não possuir conhecimentos sobre ufologia ou ciência.
Outro fato extremamente surpreendente indica que as evidências foram copiadas por cientistas russos que efetuaram a primeira investigação no local do incidente foram confiscadas de imediato e sem explicação alguma por oficiais do Ministério de Segurança do Estado, conhecido depois como KGB. O assunto recebeu uma alta classificação de inteligência do governo russo. Surge a possibilidade que o mesmo tenha efetuado uma severa operação de acobertamento dos acontecimentos. Recentes declarações efetuadas por um oficial do Serviço Secreto Russo da KGB indicam que os restos do objeto que caiu em Tunguska foram confiscados por ordem de Stalin e depositados secretamente em uma base militar na Sibéria Central.
Há anos o coronel Anatole Kustnemenov assumia a divisão Siberiana da KGB, fez declarações públicas surpreendentes que em Tunguska acidentou-se um veículo de origem extraterrestre, e que o governo de Moscou encobriu os fatos. Parece que as conclusões de militares e cientistas russos que estudaram as evidências copiadas em Tunguska determinaram oficialmente desde há décadas que a tremenda explosão de 1908 foi provocada por um veículo voador de origem extraterrestre, que perdeu o controle antes de se fragmentar em mil pedaços. A história foi de imediato encoberta, tal como em anos depois ocorreria em Roswell.


EXPEDIÇÃO DE KULIK

Depois de planejá-la durante vários anos, Leonid Kulik partiu em 1927 numa expedição destinada a alcançar o local da queda. Da cidade ferroviária de Taichet, Kulik e sua equipe percorreram 600 quilômetros de taiga, uma planície gelada, por meio de trenós puxados por cavalos, até atingir Vanavara. Nessa cidade, ouviram as incríveis histórias dos seus habitantes, que confirmaram a crença de Kulik de que estavam na trilha de um meteorito de uma dimensão realmente gigantesca. É importante salientar que os habitantes da região não falavam o russo, e os russos não falavam tungus. Era necessário se utilizar intérpretes. Uma súbita nevasca impediu o avanço da caravana por uma semana. A 8 de abril, Kulik, um colega e um guia local seguiram a cavalo para a última etapa da viagem. Marcharam para o norte, atravessando um cenário de devastação impressionante: carvalhos e pinheiros atirados ao solo, de onde haviam sido arrancados com as raízes dezenove anos antes, pela força do impacto.


Muitas árvores haviam sido chamuscadas ou mesmo queimadas pelo calor intenso que fora sentido em Vanavara pelo fazendeiro Semiónov. Observando de uma colina a área da explosão, Kulik escreveu: "De nosso ponto de observação, não se vê sinal da floresta, pois tudo foi devastado e queimado, e, em torno dessa área morta, a jovem floresta de vinte anos cresceu furiosamente, procurando o sol e a vida. É inquietante ver árvores de 30 centímetros de diâmetro partidas como gravetos, com os troncos atirados vários metros em direção ao sul". Não havia sinal da grande cratera que ele esperara encontrar. Em lugar disso, deparou-se com um pântano gelado, e algumas árvores que, apesar de estarem no centro da explosão, haviam escapado ao efeito do impacto que derrubara tudo ao redor. O que quer que haja causado aquela explosão não havia tocado o solo. Mesmo voltando à região com expedições maiores nos anos seguintes, Kulik jamais encontrou um só fragmento de ferro meteórico. Mas, então, se a explosão de Tunguska não fora causada pelo impacto de um meteorito de ferro, qual seria sua causa? Em 1930, o meteorologista inglês Francis J. W. Whipple, diretor assistente do Departamento de Meteorologia da Inglaterra, supôs que o evento tivesse sido causado pela colisão da Terra com um pequeno cometa, sugestão que foi aceita pelo astrônomo soviético A.S. Astapovitch. Mas os críticos dessa teoria objetam que nenhum cometa havia sido visto nos céus antes da explosão em Tunguska. A região de Tunguska * formada por pântanos gelados e espessas florestas e de difícil acesso.
Kulik teve problemas nesta expedição, pois todos os homens que levou o abandonaram depois de alguns meses, e voltaram para Vanavara, doentes e esgotados.
Apenas um corajoso guia permaneceu ao lado de Kulik. No ano de 1927 com a saúde abalada, teve que retornar frustrado para Vanavara com a certeza de ter encontrado os elementos para complementar seus estudos.
Em 1928 Kulik volta com nova equipe. Examinando o local, onde pode examinar troncos tombados, convenceu-se que ali teria caído um bólido que provocara a explosão. Procurou na terra fragmentos para análise.
Estranhou, por nada ter encontrado. Mesmo assim manteve a sua teoria. (Teimoso esse sujeito)

Se o objeto de Tunguska fosse um asteróide ou meteoróide, feito portanto de ferro e rocha, ou os fragmentos existem e não foram encontrados pelas seguidas expedições científicas soviéticas ou então, o objeto que veio pulverizou-se completamente na explosão.








A EXPERIÊNCIA DE TESLA

 Os escritos de Tesla têm muitas referências ao uso da tecnologia de transmissão de poder sem fios dele como uma arma de energia dirigida. Estas referências são examinadas na relação delas à explosão de Tunguska de 1908 que pode ter sido teste da arma de energia de Tesla.
Este artigo foi publicado primeiro em uma forma diferente em 1990. A idéia de que Tesla dirigiu arma de energia que causou a explosão de Tunguska estava incorporada em uma biografia fictícia (1994), por outro escritor, e era o assunto de um programa de televisão.
O Poder do Transmissor de Telegrafia sem fios de Tesla e a Explosão de Tunguska de 1908.
O navio francês Iena que explodiu em 1907. Peritos elétricos foram procurados pela imprensa para uma explicação. Muitos pensaram que a explosão fora causada por uma faísca elétrica e a discussão era sobre a origem da ignição. Lee De Forest, inventor da válvula de rádio adotada por muitos aparelhos de rádio, Nikola Tesla tinha realizado um experimento com um “torpedo” dirigível capaz de dirigir tal poder destrutivo a um navio por controle remoto. Tesla notou, entretanto, também reivindicou que a mesma tecnologia usada também para controlar remotamente veículos e poderia projetar uma onda elétrica de “intensidade suficiente para causar uma faísca em um navio e explodi-lo”. 


                                        http://rondinellicarvalho.blogspot.com.br/2009/11/expedicao-de-kulik.html




























segunda-feira, 9 de novembro de 2009

OBAMA LIBERARÁ ARQUIVOS UFOLÓGICOS

O memorando do presidente Obama do dia 21 de janeiro com o objetivo de promover a governança aberta e fortalecer o Ato de Liberdade de Informação tem como meta liberar os arquivos classificados desnecessariamente como item de segurança nacional. Entre os milhões de arquivos classificados desta maneira e que está para serem liberados, alguns tratam sobre OVNI e vida extraterrestre. Para estes arquivos, os ufólogos e pesquisadores exo políticos esperam encontrar pistas de como a política governamental foi desenvolvida. Mais importante, o Ato de Liberdade de Informação irá informar onde os centros de documentação dos arquivos ufológicos estão localizados, que ocorrerá quando a administração Obama iniciar o confronto contra o controle corporativo sobre os arquivos ufológicos e a política sobre este assunto. Existem evidências testemunhais que as corporações se tornaram o principal centro documental dos segredos ufológicos da nação. Vários informantes têm revelado como o controle corporativo tem sido arquivado. Um informante recentemente falecido revelou que, durante a década de 80, ele trabalhou por seis meses como arquivista para um grande contratante na indústria de defesa aeroespacial baseado na Califórnia, como temporário, em um edifício comercial obscuro, onde encontrou vários arquivos relacionados com discos voadores e vida extraterrestre. Os arquivos continham "relatos, fotos, mídia diversas (fitas, vídeos e filmes) e materiais de OVNIS acidentados." Quando questionado de onde vem os arquivos, ele revela que "os materiais vem de todos os lugares - CIA, Força Aérea, Marinha, Exército, DARPA (sigla para Defense Advanced Research Projects Agency - Agência de Projetos de Defesa Avançada), NORAD (sigla para North American Aerospace Defense Command - Comando de Defesa Aeroespacial norte-americano), DoD (sigla para Department of Defense - Departamento de Defesa), FBI, e oficiais do governo, para citar alguns."

Se o depoimento do arquivista condiz com a verdade, isso significa que antes da década de 80 os arquivos ufológicos estavam em poder das agências norte-americanas e nos departamentos militares, por causa da preocupação com a segurança. Uma razão para isso é que os direitos autorais das corporações poderia manter os arquivos ufológicos longe das mãos clementes dos congressistas, e o cidadão comum, através do Ato de Liberdade de Informação aprovado em 1966 e fortalecido em 1974. O cenário acima é apoiado pelos comentários de Ben Rich, ex-diretor da Skunk Works, subsidiária da Lockheed Martin. Em resposta escrita à mão para as questões de John Andrews da Testor Corporation em 1986, Rich confirmou a existência de discos voadores feitos em conjunto entre o homem e extraterrestres. Mais importante Rich revelou a Andrews como controlar os arquivos ufológicos que foram desviados dos militares americanos para as corporações privadas. Andrews deixou as respostas de Rich para as questões ufológicas para o investigador Willian McDonald que confirmou: "Há dois tipos de OVNIS -- os que nós construímos, e o que ELES construíram. Aprendemos dos destroços dos OVNIS que caíram e dos atuais "encaminhados para nós". O governo soube, e até 1969 teve uma participação ativa na administração desta informação. Depois da administração "limpeza" de Nixon em 1969, a administração dos arquivos ficou a cargo de uma junta internacional de diretores do setor privado." O ex-astronauta Dr. Edgar Mitchell recentemente confirmou um incidente em 1997 onde a diretoria da Assessoria Inteligência da Força Conjunta recebeu informações sobre os nomes-códigos dos projetos relacionados à OVNIS, mas foi negado acesso a elas. O primeiro a relatar o incidente foi o pesquisador ufológico Dr. Steven Greer, quem em 2001 revelou que o Almirante Wilson estava furioso sobre a negativa de ter acesso aos projetos. No dia 4 de julho de 2008 em entrevista a CNN, Dr. Mitchell confirmou a versão de Greer quando ele disse que o Almirante Wilson "encontrou o pessoal responsável para o ocultamento e do pessoal que estava sabendo e falou: "Lamento Almirante, você não precisa saber, adeus." Além do mais, uma fonte confiável revelou ao pesquisador ufológico Richard Dolan que o Almirante Wilson estava frustrado com os representantes de uma corporação que negaram o acesso a ele. Eu entrevistei um oficial da marinha americana ainda em serviço em outubro de 2008 que confirmou o grande poder das corporações envolvido em projetos de OVNIS. Vários oficiais de alta patente na administração Obama estavam profundamente envolvida na administração Clinton no esforço para desclassificar os arquivos sobre OVNIS. Se no memorando do presidente Obama do dia 21 de janeiro for implantado na íntegra, o pedido feito clamando o Ato de Liberdade de Informação irá fazer com que informações sobre os OVNIS sejam acessíveis. Isso dará pistas importantes para onde estão armazenados os arquivos ufológicos da nação. Isso quando a administração Obama enfrentar o poder dos interesses corporativos exigindo o controle das informações ufológicas e da tecnologia avançada extraterrestre. A administração Obama terá que enfrentar interesses corporativos que abrigam os arquivos ufológicos, e a política de controle ufológico desde a administração Nixon.