quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

NASA DESCOBRE PLANETA QUE PODE SER HABITÁVEL

                                   O Kepler 22-b tem temperatura de 22º c e
                                     Pode ter água em estado líquido


 O planeta Kepler-22b é o menor encontrado pela sonda espacial a orbitar uma estrela similar à da terra na "zona habitável", aquela onde as temperaturas permitem o desenvolvimento da vida.
 Apesar de não saber se o planeta (que é maior que a terra) é rochoso, gasoso ou líquido, a subdiretora da equipe de cientistas do centro Ames, Natalie Batalha, afirmou: "estamos cada vez mais perto de encontrar um planeta parecido com a terra".
 O observatório Kepler já tinha dado pistas anteriormente da existência de planetas com dimensões parecidas com o nosso orbitando em "zonas habitáveis", mas esta é a primeira vez que o fato é registrado.
 Os cientistas, além da descoberta, também atualizaram o número dos candidatos a planetas na lista que começou a ser elaborada em 2009. Agora são 2.326 planetas, 207 possuem tamanho semelhante ao da terra, 680 são maiores e se denominam "super terras".
 Entre os restantes, 1.181 possuem o tamanho de Netuno, 203 são equivalentes às dimensões de Júpiter e 55 são ainda maiores que Júpiter, o maior planeta de nosso sistema solar.
Lançada em março de 2009, a missão do observatório espacial Kepler é recolher dados e provas de planetas que orbitam ao redor de estrelas em "zonas habitáveis", onde pode existir água líquida e, portanto, vida.
O observatório espacial Kepler detecta os planetas e os candidatos a planeta mediante a medição das quedas no brilho de mais de 150 mil estrelas, que são observadas para analisar se estes possíveis planetas passam na frente dessas estrelas, um movimento conhecido como trânsito.
 No entanto, essa técnica não é suficiente para verificar o sinal de um planeta. Apenas quando são registrados três trânsitos, o observatório inicia o processo para determinar se é ou não um possível planeta.



Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/efe/2011/12/05/nasa-anuncia-descoberta-de-planeta-que-pode-ter-agua.jhtm


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

NASA VAI FAZER O LANÇAMENTO DE JIPE-ROBÔ

                                     NASA

Curiosity deve ser lançado no dia 26 de novembro

A agência espacial americana adiou em um dia o lançamento do maior jipe-robô já enviado a Marte, agora previsto para 26 de novembro. O adiamento "dará tempo à equipe para remover e substituir a bateria do sistema de finalização de voo", anunciou a NASA em um comunicado.
O voo agora está agendado para as 10h02 (locais, 13h02 de Brasília) de sábado, da estação da força aérea em Cabo Cañaveral, na Flórida. A janela de lançamento permanecerá aberta por 1 hora e 43 minutos.
                      NASA/JPL-Caltech/ASU

Também conhecido como Curiosity, o veículo é um avançado robô de US$ 2,5 bilhões, equipado com câmeras de vídeo e um sofisticado kit móvel de ferramentas para analisar rochas e o solo do planeta vermelho.
Com seis rodas, feixe de laser, brocas, câmeras que simulam a rotação dos olhos e um laboratório embutido, a Curiosity é "a máquina dos sonhos do cientista de Marte", elogiou Ashwin Vasavada, vice-encarregado de projeto do Mars Science Laboratory, no Laboratório de Jato propulsão da NASA.
Em Marte, o Cuiriosity explorará a Cratera Gale, ao sul do equador do planeta, onde há uma variedade de solos e uma pequena montanha que dará à máquina a oportunidade de escalar e analisar amostras em diferentes altitudes.
Mas o robô enfrentará uma longa jornada de 570 milhões de quilômetros para chegar ao planeta, percurso que levará cerca de oito meses e meio para ser percorrido, antes do pouso, previsto para agosto de 2012.
O objetivo principal da missão do robô Curiosity é verificar se existiu vida em Marte.






quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A BATALHA DE LOS ANGELES

                                          25 de fevereiro de 1942

A batalha de Los Angeles

Em 25 de fevereiro de 1942 ocorreu um dos mais impressionantes casos ufológicos da história, tendo como testemunhas diretas milhares de pessoas na região de Los Angeles, no estado da Califórnia, nos estados unidos.


Para entender a importância deste evento vamos, antes de qualquer coisa, analisar o contexto da época em que o fato ocorreu. Desde 1931, o Japão vinha mantendo uma política agressiva para com a china. Em 1937, começou uma guerra em larga escala entre os dois países resultando em uma invasão em larga escala do território chinês, por forças japonesas. Com a elevação do moral japonês a ambição e a confiança tomaram conta da cabeça dos lideres japoneses. Assim, as produções bélicas japonesas aumentaram ainda mais com a construção de aviões, porta-aviões e outros materiais bélicos, já preparando uma guerra em larga escala.

Os estados unidos enviaram uma pequena força de combate em apoio à china. Os "Flying Tigers". Além disso, cortaram o fornecimento de petróleo e aço aos japoneses prejudicando suas operações contra a china. Esse foi apenas um dos motivos para o ataque japonês à base americana de Pearl Harbor, no Havaí, em sete de dezembro de 1941. Do ponto de vista estratégico, o ataque possibilitaria tempo aos japoneses para a invasão de ilhas no pacífico sul, para a obtenção de matérias primas para alimentar a máquina de guerra.

Como o ataque à Peal Harbor, a segunda guerra torna-se de fato mundial, com o envolvimento de todos os continentes. Nos estados unidos decretou-se estado de guerra, iniciando-se o treinamento e embarque de soldados para os chamados teatros de guerra. Foram estabelecidos sistemas de defesa aérea e naval, para impedir quaisquer operações militares sobre os estados unidos. Uma destas defesas consistia no estabelecimento de vários postos de defesa munidos com canhões antiaéreos. Para operação noturna foram disponibilizados potentes holofotes permitindo a contínua operação destas armas. A defesa naval, por sua vez, utilizava as ilhas de San Miguel, santa rosa, santa cruz, santa Catalina e San Clemente como base apoio.

A batalha

Todo essa força bélica, e milhares de soldados operando estes equipamentos nada puderam fazer durante o misterioso episódio ocorrido nas primeiras horas da madrugada de 25 de fevereiro de 1942. Milhares de moradores da região acordaram com sirenes ou com os disparos do grupo de defesa aérea. Calcula-se que em toda a região havia aproximadamente 12 mil residências onde os moradores, apavorados, testemunharam o impressionante episódio. No dia seguinte moradores, militares e governantes estavam assustados. Depois de milhares de disparos direto contra o alvo localizado, nada foi derrubado. Vários automóveis e residências danificados por estilhaços dos disparos. Três pessoas morreram atingidas por estes estilhaços e outras três morreram por ataques cardíacos.

As autoridades militares não sabiam o que informar à população. Ocorreram várias declarações, conflitantes entre si, mas o mistério permaneceu. Até hoje não se tem uma estimativa exata do numero de objetos envolvidos no incidente. Algumas pessoas declaram terem observado um único objeto que voaria a aproximadamente 300 km por hora. Outros afirmaram que eram vários objetos luminosos. Houve quem afirmou ter visto várias esquadrilhas com objetos de tamanhos variados sobrevoando a região. Torna-se difícil, hoje em dia separar relatos sérios de afirmações embaladas na histeria daquele dia. Houve também depoimentos a respeito de aeronaves de caça do 4º esquadrão de interceptação teriam decolado para repelir os invasores. Os militares, entretanto negaram este afirmação.

Depois de inúmeras contradições, os militares afirmaram que o episódio originou-se em uma operação coordenada do Japão, através de aeronaves, com o apoio de um submarino, com o objetivo de causar medo e diminuir o moral do país na guerra, encerrando a questão por aí. Eles citaram inclusive um possível ataque de um submarino em 23 de fevereiro em uma instalação de armazenamento de óleo nas proximidades de santa bárbara. Entretanto, se observarmos todos os detalhes referentes ao estranho episódio conclui-se que tal desculpa é inconsistente.

A chamada batalha de Los Angeles começou na noite de 24 de fevereiro quando várias pessoas identificaram estranhos objetos luminosos nos céus. Algumas pessoas entraram em contato com a brigada de artilharia costeira, responsável pela defesa aérea na região. Os objetos foram captados por radares e acompanhados detidamente pelos militares. Estes objetos adotaram uma formação em v, padrão utilizado por aeronaves militares. Em função disso, por volta das 02h25min hs foram acionadas as sirenas de alerta para ataques aéreos. Foi ordenado um blackout em toda a região e os holofotes foram ligados. Pilotos de combate foram posicionados para decolarem quando fosse necessário.

Às 03 h, a 37º brigada de artilharia costeira identificou os ovnis e começou a disparar contra eles, utilizando dezenas de baterias antiaéreas com munição 12.8 libras. Foram efetuados 1440 disparos até por volta das 04h14min hs. Os objetos deslocaram-se da região de santa Monica para Long Beach, percorrendo todo o trajeto em 20 minutos. O blackout e o alerta somente foram retirados às 07h21min hs.

No dia 26, os jornais de todo o país estamparam a notícia do alarme ocorrido em Los Angeles e publicaram numerosos depoimentos de testemunhas, inclusive de repórteres locais que testemunharam todo o episódio. Bil Henry, do Los Angeles times declarou: "eu estava muito longe do local, sem poder identificá-lo. Eu aposto que havia numerosos disparos sobre o objeto". Peter Jenkins, do Los Angeles Herald Examiner, declarou: "eu podia ver claramente a formação em v, de cerca de 25 aeronaves prateadas movendo-se lentamente sobre Long Beach".

As tentativas de explicação

Diante de tanta exaltação pública, o então secretário da marinha, Frank Knox, convocou uma coletiva de imprensa onde afirmou que todo o episódio tratou-se de um alarme falso ocasionado por excitação de guerra. Alguns jornalistas presentes não aceitaram a explicação e suspeitaram que algum tipo de acobertamento estava ocorrendo. No editorial do jornal Long Beach Independent, lia-se: "existe uma misteriosa reticência envolvendo o assunto e parece haver alguma forma de censura que está tentando segurar as discussões sobre o fato".

No dia seguinte, o secretário de guerra, Stimson declarou que haviam 15 aeronaves não identificadas envolvidas, deslocando-se a 300 km por hora, mas que nenhuma delas foi abatida. Ele afirmou que seu objetivo era impor o medo e baixar a moral do povo americano. Como os mares eram constantemente vigiados tanto por navios de guerra quanto por aeronaves, a possibilidade de tratar-se de um ataque a partir de porta-aviões estaria descartada. Especulou-se então que os japoneses teriam embarcado aviões no submarino observado em Santa Barbara, que teriam decolado e realizado sobrevoos em Los Angeles provocando todo o alerta. Se levarmos em conta os fatos chegamos à conclusão de que esta explicação é infundada. Primeiro vamos avaliar a possibilidade de cada uma das diferentes versões levantadas pelas autoridades militares americanas à época do fato.

A hipótese mais difundida pelos militares dos estados unidos é a de uma operação japonesa em larga escala com o intuito de espalhar o terror e afetar o moral americano. Podemos começar nos questionando o que causaria mais terror em uma população em tempos de guerra? Seriam aeronaves desconhecidas sobrevoando suas cabeças sem realizar ações de ataque, ou aeronaves desconhecidas bombardeando cidades supostamente seguras? Com certeza a segunda possibilidade seria a mais aterrorizante. Então nada justifica uma ação japonesa desta natureza, em um território inimigo, sem qualquer tipo de apoio, e sem que exista qualquer benefício posterior de tal ofensiva. Mas supondo que os militares japoneses optassem por realmente realizar uma ação não destrutiva em território americano. O meio mais rápido, fácil e eficiente seria através de porta-aviões que transportariam todo o pessoal necessário, combustível e demais equipamentos necessários para este tipo de operação. A autonomia dos caças japoneses da época não permitiria um voo direto a partir da base mais próxima, muito menos um sobrevoo e posterior retorno, sendo assim o uso de uma base aeronaval móvel seria indispensável. Levando-se em conta o fator estratégia de guerra, um porta aviões, devido à sua importância, jamais navega sozinho. Sempre existe um comboio de proteção. Em uma região constantemente patrulhada e vigiada por americanos, um comboio desta natureza não passaria desapercebido. Além disso, tamanha força de combate é mobilizada quando existe importância estratégica, ou seja, causar o máximo de prejuízos ao inimigo. Como vimos, o evento de Los Angeles não se enquadra nessa categoria.

Segundo o governo americano o ataque teria sido realizado a partir de um submarino japonês que no dia 23 teria atacado ao norte de Los Angeles. Durante a Sgm, o Japão inovou e construiu uma nova classe de submarinos capazes de transportar entre um e três hidroaviões de ataque. O primeiro deles começou a operar militarmente em 21 de novembro de 1941 e transportava apenas uma única aeronave, modelo Yokosuka e14y. No ataque do dia 23, apenas um único submarino foi detectado, não havendo quaisquer indícios de outros submarinos na área. Se levarmos em conta o registro por radar de vários objetos desenvolvendo velocidades que variavam de zero (estático) a 320 km/h, e os inúmeros depoimentos de testemunhas que relataram a presença de vários objetos, podemos, podemos excluir um possível ataque japonês. Além disso, temos o fato que após intenso fogo antiaéreo nada foi abatido, mesmo tendo sido visualmente atingido pelos disparos.

Uma segunda hipótese bastante difundida é referente aos balões fogo engenhosamente utilizado pelos japoneses em ataques à grandes distâncias. Este tipo de balão transportava uma carga explosiva combinando minas, hidrogênio e dispositivos incendiários. Eles utilizavam uma corrente de ar, em altas altitudes que os transportavam para leste. Vários destes balões caíram em território americano, mas os danos causados foram mínimos. Aqui também podemos nos questionar sobre a ausência de destroços do alegado balão. Nada foi encontrado que reforçasse a idéia ter ocorrido um ataque com o uso de um fungo.

A terceira hipótese e a mais correta é a de que se trata realmente de um objeto voador não identificado (ovni), pois até hoje a natureza deste objeto é desconhecida.

O que permanece é o grande mistério sobre a origem do insólito objeto. Não era avião japonês e não era balão. Na famosa fotografia obtida na ocasião observa-se um objeto claramente discóide iluminado pelos holofotes. Tal objeto foi intensamente alvejado e saiu absolutamente ileso como que a zombar de nossas capacidades bélicas da época. Os governantes ficaram impressionados gerando o embrião do que mais tarde viria a ser conhecido como política de acobertamento.

        “era tão grande! Era simplesmente enorme! E estava praticamente sobre a minha casa. Nunca vi nada assim na minha vida! Disse, “estava ali a pairar no céu e praticamente não se movia”

        “era de um encantador laranja pálido e a coisa mais bonita que poderá ver. Pude ver perfeitamente porque estava mesmo muito perto. Era enorme!”

        “foi como o quatro de julho, mas muito mais ruidoso. Eles dispararam como loucos, mas nem lhe tocaram”.

        “nunca esquecerei como foi uma magnífica visão. Simplesmente maravilhoso. E que cor linda!”



Fonte: http://www.fenomenum.com.br/ufo/casos/a1950/losangeles.htm

domingo, 25 de setembro de 2011

SORTEIO DOS DVD'S


OI PESSOAL... HOJE FIZ O SORTEIO DOS DOIS DVDS "NASA 50 ANOS DE MISSÕES ESPACIAIS" E O FELIZARDO FOI MAIS UMA VEZ O WILSON ROBERTO DE TATUÍ - SP.
 TIVEMOS SÓ 5 COMENTÁRIOS, 3 VÁLIDOS Alexandre Cebrian, Charles Cebrian E O Wilson Roberto. AS REGRAS ERAM... SER MEU SEGUIDOR E DEIXAREM UM COMENTÁRIO.
 ACREDITEM DA PRÓXIMA VEZ.